sábado, 8 de fevereiro de 2020

Meu Barco - Poema de Alvina Tzovenos




Ele sempre chega,
quando meus sonhos canções
florescem verões.


Sempre parte,
quando lágrimas estrelas
escurecem meu poente.


Meu barco hoje,
só quero-o em brinquedo,
namorando em minhas águas. . .
. . . não quero vê-lo navegar!
. . . ilusões p’ra longe levar?
e talvez,
nunca mais voltar?


Alvina Tzovenos
In: Buscas de Infinitos


5 comentários:

  1. Uma belíssima escolha!! Parabéns, amiga!
    -
    Quando vens o teu silêncio é notado
    Boa noite, e uma excelente semana. Beijos!

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  2. Um "barco" bem poético e com características especiais.

    Espero k a sua filha, netos e genro se encontrem bem e livres do vírus. Tenho-me lembrado deles.

    Amanhã, o meu blogue é aniversariante. Gostaria, caso lhe fosse possível, que passasse por lá. Obrigada, Maria!

    Beijos e bom resto de semana.

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  3. Um barco, no ancoradouro, está seguro. Mas não é para isso que os barcos são feitos.
    Descanse, reflita, sorria, se distraia. O fim de semana é seu! Beijo enorme!!!

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  4. Bela Poesia e uma boa escolha. Parabéns.


    Beijo
    SOL

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  5. Interessante...

    Bom fim de semana.
    Beijinhos
    ~~~~

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