sábado, 19 de dezembro de 2020

As Rosas - Poema Sophia de Mello Breyner Andresen





Quando à noite desfolho e trinco as rosas
É como se prendesse entre os meus dentes
Todo o luar das noites transparentes,
Todo o fulgor das tardes luminosas,
O vento bailador das Primaveras,
A doçura amarga dos poentes,
E a exaltação de todas as esperas.


Sophia de Mello Breyner Andresen,
in "Obra Poética", Ed Caminho, Lisboa, 2010





8 comentários:

  1. Sophia deu seu perfume ás rosas
    Adocicou e alongou seu tempo.
    O anoitecer fê-las mimosas
    E o amanhecer um novo alento.



    Beijo
    SOL

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  2. Olá, querida amiga Maria!
    Muito lindo o poema.
    Parabéns pela escolha tão bonita!
    Tenha um ótimo final de semana abençoado!
    Bjm carinhoso e fraterno de paz e bem

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  3. Ya estamos de vuelta e intentando ponernos al día María.
    Bello poema.
    Un fuerte abrazo.

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  4. Lindo este verso. Gosto muito desta escritora.

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  5. Ainda que trincar rosas seja estranho.
    o poema tem imagens poéticas muito belas.

    BOM NATAL E UM ANO NOVO FELIZ.

    ABRAÇOS. ✨🏠🌲🌈
    ~~~~

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  6. Olá Maria
    Muito bonito, todo o conjunto da obra
    A rosa e a Lua
    Boa semana
    Bom Natal pra você e família
    Beijo

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  7. Bom dia Maria Rodrigues.
    Desejo que as nossas esperanças sejam renovadas neste novo porvir. Feliz Natal e um excelente Ano Novo!
    🎄😘

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  8. Gostaria de vos desejar um feliz Natal pessoalmente. Não o podendo fazer, resta-me desejar-vos muita saúde. Um Natal tranquilo sem sobressaltos...extensivo aos vossos familiares e amigos. Que todos tenhamos a noção de que o perigo nos prossegue e espreita em cada esquina. Voltarei dia 27. Sory, pelo copy-past.

    .
    É OUTRA VEZ NATAL...
    .
    Beijo. Uma excelente semana, e Boa Festas.

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