16/10/2014

0 Amar como JESUS Amou




Um dia uma criança me parou
Olhou-me nos meus olhos a sorrir
Caneta e papel na sua mão
Tarefa escolar para cumprir.
E perguntou no meio d’um sorriso
O que é preciso para ser feliz.

Amar como Jesus amou
Sonhar como Jesus sonhou
Pensar como Jesus pensou
Viver como Jesus viveu
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria
Muito mais feliz.

Ouvindo o que eu falei ela me olhou e disse que era lindo o que falei
Pediu que repetisse por favor
Que não falasse tudo de uma vez
E perguntou de novo, num sorriso
O que é preciso para ser feliz.

Depois que terminei de repetir
Seus olhos não saiam do papel
Toquei em seu rostinho e a sorrir
Pedi que ao transmitir fosse fiel
E ela deu-me um beijo demorado
E ao meu lado foi dizendo assim:

Amar como Jesus amou
Sonhar como Jesus sonhou
Pensar como Jesus pensou
Viver como Jesus viveu
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria
Muito mais feliz.


Cântico Religioso




01/10/2014

0 Provérbios Hindus



"O coração em paz vê uma festa em todas as aldeias"
"Um livro aberto, é uma mente que fala; fechado, um amigo que espera; esquecido, uma alma que perdoa; destruído, um coração que chora."
"Bem que se faz na véspera, torna-se em felicidade no dia seguinte."
"Quando falares, procura que as tuas palavras sejam melhores que o silêncio."
"Se desejas ser feliz, tens que desejar ver a outros felizes, também."
"Não há árvore que o vento não tenha abanado."




"A sabedoria da vida é sempre mais profunda e mais vasta do que a sabedoria dos homens." (Máximo Gorki)

20/09/2014

0 Junquilhos - Poema de Florbela Espanca





Nessa tarde mimosa de saudade
Em que eu te vi partir, ó meu amor,
Levaste-me a minh’alma apaixonada
Nas olhas perfumadas duma flor.

E como a alma, dessa florzita,
Que é a minha, por ti palpita amante!
Oh alma doce, pequenina e branca,
Conserva o teu perfume estonteante!

Quando fores velha, emurchecida e triste,
Recorda ao meu amor, com teu perfume
A paixão que deixou e qu’inda existe…

Ai, dize-lhe que se lembre dessa tarde,
Que venha aquecer-se ao brando lume
Dos meus olhos que morrem de saudade!


Florbela Espanca 

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