A asa do vento gela. O céu desaba
Em nuvens densas, duras, sem alento.
Nas árvores cansadas, a nortada
Dobra os ramos ao peso do momento.
Que longa que é a noite! E como é fria!
Mas brilha a luz humilde de um candeeiro,
E dentro dela cabe um sol inteiro:
O calor de uma mão, de uma alegria.
Guerra junqueiro
Em nuvens densas, duras, sem alento.
Nas árvores cansadas, a nortada
Dobra os ramos ao peso do momento.
Que longa que é a noite! E como é fria!
Mas brilha a luz humilde de um candeeiro,
E dentro dela cabe um sol inteiro:
O calor de uma mão, de uma alegria.
Guerra junqueiro



Ola, amiga Maria!
ResponderEliminarUm sol que aquece e extasia a alma.
Lindo poema!
Tenha dias abençoados e felizes!
Beijinhos fraternos
Gostei, obrigada.
ResponderEliminarGuerra Junqueiro tem poemas que me agradam muito.
Que frioooo!
Tenha um mês de Janeiro aconchegante e feliz.
Beijinhos
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Guerra Junqueiro é um poeta extraordinário, cujos poemas merecem sempre uma leitura atenta.
ResponderEliminarAbraço de amizade.
Juvenal Nunes
Obrigada por compartilhar tão lindo poema, Maria
ResponderEliminarTe desejo um Feliz Ano Novo
Beijinhos
Verena
Una hermosa elegía a estos días de recogimiento...
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