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Volver às rimas suaves,
Aos metros embaladores,
Cantar o canto das aves,
A aurora, a brisa e as flores...
Vibrar na deposta lira
Dos trovadores sepulcrais
Delidas queixas d'Elvira,
Zelos de bardo, fatais...
Para que nessa ficção,
De outras apenas diferente,
Ao fogo do coração
Arda a razão descontente.
Reinaldo Ferreira, (Reinaldo Edgar de Azevedo e Silva Ferreira)
In Poemas, 2.ª edição.
Aos metros embaladores,
Cantar o canto das aves,
A aurora, a brisa e as flores...
Vibrar na deposta lira
Dos trovadores sepulcrais
Delidas queixas d'Elvira,
Zelos de bardo, fatais...
Para que nessa ficção,
De outras apenas diferente,
Ao fogo do coração
Arda a razão descontente.
Reinaldo Ferreira, (Reinaldo Edgar de Azevedo e Silva Ferreira)
In Poemas, 2.ª edição.

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Parece que estamos perante uma amor desencontrado.
ResponderEliminarAbraço de amizade.
Juvenal Nunes
"[...] Para que nessa ficção,
ResponderEliminarDe outras apenas diferente,
Ao fogo do coração
Arda a razão descontente. "
A harmonia das coisas do Amor, só funciona em plena sintonia-
Linda escolha, Maria.
Beijo,
SOL da Esteva
Querida Maria,
ResponderEliminarUm belo poema de amor que ainda não se consumou! Fica a reflexão dos amores complicados!
Um grande abraço!
Si jo fos lira,
ResponderEliminarvoldria els teus dits
dansar les meves cordes.
Si jo fos gola,
voldria la teva veu
dansar les meves cordes.
Si jo fos pinzell,
voldria el teu art
dansar les meves cordes.
Si jo fos barca,
voldria la teva sirga,
dansar les meves cordes.
Hermoso y suave poema, estimada Maria. Gracias por visitar mis blogs y no dejarme sola. Bendiciones a tu alma.
ResponderEliminarEl amor y sus cuitas atravezadas...pero bueno
ResponderEliminartodo es parte de vivir la vida.