Guardei mil sonhos a esmo
Em lugares que não sei mesmo
Com receio de perdê-los
E não consigo reavê-los
Como fui tolo escondê-los
Pois o viver nunca espera
Por um sonho ou uma quimera
E aos jovens da “nova era”
Colham seus dourados pomos
Não desperdicem seus sonhos.
Walter Dimenstein
Médico e poeta pernambucano
Em lugares que não sei mesmo
Com receio de perdê-los
E não consigo reavê-los
Como fui tolo escondê-los
Pois o viver nunca espera
Por um sonho ou uma quimera
E aos jovens da “nova era”
Colham seus dourados pomos
Não desperdicem seus sonhos.
Walter Dimenstein
Médico e poeta pernambucano



Lo bueno se debe resguardar siempre
ResponderEliminarcariños.
Boa tarde de paz, querida amiga maria!
ResponderEliminarLindíssimo saber guardar os sonhos no cantinho do coração.
Tenha um dezembro abençoado!
Beijinhos fraternos